OS 70 ANOS DE UM ETERNO APRENDIZ

Resumo: Neste texto comemoro os 70 anos e apresento um resumo das atividades que desenvolvi depois dos 60 anos. Não pensei que chegaria aos 60 e agora já cheguei aos 70 anos me sentindo bastante útil, porque, de certo modo, tenho mais atividades agora e sigo produzindo, aprendendo e querendo continuar.


Dizem que aos setenta anos a questão do permanecer vivo, além de ser a mais importante, vai ficando cada vez mais séria e, em muitas situações, até mais violenta e aí, quase ninguém aguenta, porque a morte tende a ser certa e às vezes até é sangrenta. Assim, o indivíduo apenas se acalma, se assenta e, em certo sentido, deixa de viver tentando apenas sobreviver e por isso mesmo, a vida somente a poucos sortudos contenta e esses excepcionais do tempo, acabam conseguindo chegar aos oitenta e por vezes até ultrapassar os noventa.

Bem, meus amigos, pensamentos filosóficos e rimas poéticas à parte, é bom lembrar que eu já demonstrei minha pouca preocupação com a idade e a possibilidade de morrer, quando completei meus sessenta (60) anos. Naquele momento, publiquei um artigo alegre, de grande motivação e poder, sobre essa questão da preocupação com a proximidade da morte. Porque, no fundo, esse problema de proximidade maior com o fim da vida, pensava eu, naquele momento, fosse tudo uma simples questão de azar ou sorte, ou de saúde fraca ou forte, ou então, uma mera contingência do destino ou da sina ou ainda, uma ação simples da benevolência divina.

Amigos, chego aos setenta e continuo despreocupado com a morte, porque sei que ela é uma contingência natural e compulsória e assim, ela também faz parte da vida. Não tenho medo de morrer, mas tenho pena do que vou perder com essa realidade histórica que se aproxima a cada segundo que passa. Pois então, eu continuo querendo seguir aprendendo, criando e construindo. É claro que a morte interfere nesse meu roteiro, mas ela faz parte do roteiro também. Aliás, a única coisa que todos sabem desde que nascem é que um dia irão morrer e a maioria fica muito preocupada com esse dia e acaba se esquecendo de viver todos os outros dias.

O efeito do tempo, ou melhor, a idade, está principalmente naqueles em que a cabeça envelhece na mesma proporção que o restante do corpo. Assim, o segredo, se é que existe segredo, para não se preocupar com o tempo é manter a cabeça sempre ativa. A cabeça necessita se manter ocupada e preocupada com coisas boas e benéficas, independente do tempo e da idade que se possui. Viva cada dia como se fosse o ultimo, porque um determinado dia, que você e ninguém sabe previamente quando chegará, vai ser mesmo e procure ser feliz. Ou melhor, faça a sua vida valer a pena para os outros e para você, porque talvez esta seja a melhor definição de felicidade.

Portanto não deve haver nenhuma regra absoluta para viver mais ou menos, contudo devem existir várias regras para ser mais ou menos feliz e eu me apego, a priori, na direção de procurar as regras que me levem à felicidade e a dias cada vez melhores. Eu acredito que a felicidade está, antes de qualquer coisa, em ser e estar bem. É claro que o tempo existe, que o corpo tem limites e que a idade pesa, mas o tempo pesa muito mais para quem se importa com ele. Esqueça o tempo e viva todo o tempo que tiver.

Assim, vou seguindo minha trilha, mantendo minha cabeça jovem e buscando sempre ter e fazer o bem. E como eu disse naquele artigo dos sessenta anos, a morte, se quiser, que se preocupe comigo e que venha atrás de mim, porque eu não estou nem aí para ela. A minha preocupação é com a vida e enquanto eu estiver vivo, certamente eu quero viver da maneira mais agradável possível. Minha sugestão é a seguinte: não se imponha regras para viver mais ou menos tempo, mas, invista tudo o que puder, em regras para viver bem e você será mais feliz e menos preocupado.

Eu quero ainda comentar que, de acordo com esse meu um jeito, fica parecendo que: “ou dei sorte ou fiz a coisa certa”, porque passaram-se dez anos desde que completei os sessenta e eu ainda estou por aqui. Apesar de alguns danos físicos à massa corpórea (corpo) e à mente (cabeça), também já prejudicada, porque não há mágica na existência e por óbvio o tempo realmente cobra seu imposto. Contudo, acredito que a cabeça continua seguindo muito bem. Ou seja, continuo na estrada da vida e apenas ganhei mais algumas feridas, por conta das batalhas travadas. Todavia, certamente, nada que me impeça de continuar na minha investida maior pela vida.

Quando fiz os sessenta anos, escrevi e comentei que: “como dizem que a vida começa aos quarenta anos, na verdade e com todo requinte, eu disse que estava fazendo apenas completando os “vinte”. Deste modo, seguindo na mesma analogia, agora chegando aos setenta, na verdade, estou completando apenas “trinta” e ainda longe de qualquer possível situação crônica de nostalgia, quero me manter com a mesma alegria, buscando sempre a felicidade. Quer dizer continuo jovem, só que há muito mais tempo do que antes. Estou muito jovem e a morte que se cuide, porque eu ainda não estou muito preocupado com ela e nem quero pensar em qualquer relação de proximidade mais amiúde.

Ou melhor, algo preocupado, de veras, eu sei que estou, porque sei que já vivi mais que a maioria dos seres humanos consegue viver e por óbvio, essa reflexão me alivia, me traz sabedoria e até, já me causa uma certa euforia. Contudo, sou ciente de ali na frente também vou morrer, como tudo que vive. Entretando, talvez eu não seja o melhor parâmetro para grande parte das pessoas da minha freguesia, pois meus amigos costumam viver muito e vivem com satisfação e alegria. Assim, continuo vivendo, um dia de cada vez e 4,5 semanas por mês, continuando a ser o Luiz, que sempre fez e disse o que quis, cuidando de tudo sem muito verniz, criando um caso aqui e outro ali, porém sempre muito contente e feliz, estudando e aprendendo como um Eterno Aprendiz.

Aliás, eu sou mesmo um Eterno Aprendiz. Como filho, fui aprendiz de meus saudosos e maravilhosos pais. Como pai, fui aprendiz da vida e da família que construí com minha mulher e agora como avô, estou sendo aprendiz do alto da minha vivência e da minha experiência e, com toda sapiência e afeto, estou aprendendo com algo que muito me satisfaz, os meus queridos netos. Aliás, meus netos constituem uma realidade que eu nem imaginava viver, mas que agora possuo dois e um terceiro a caminho da natalidade. Posso dizer que tenho um casal de netos muito legais e mais uma menininha chegando para situações e momentos ainda mais geniais, os quais conhecerei e aprenderei mais à frente.

E sabem o que mais interessante, minha experiência como avô, ainda é muito curta e sinto que preciso vive-la um pouco (ou quem sabe, um muito) mais. Portanto, como eu disse antes, a morte que se cuide, porque eu estou muito mais a fim de viver agora do que estava aos sessenta. Assim, como eterno aprendiz, pretendo passar de série e de ano, seguindo pelos setenta e, quem sabe até chegando aos oitenta e, quiçá, aos noventa.

Também tenho aprendido muito com os meus amigos, principalmente os mais velhos, mas não posso descartar a influência que tenho de minha relação direta com os mais jovens. Aliás, não sei bem o porquê, mas, sou um sujeito de extremos, me relaciono melhor com os amigos mais velhos e com os amigos mais novos.  Sempre tenho mais dificuldades com meus coetâneos, mas isso é um detalhe personal que não importa nesse contexto.

Imaginem só o que já aconteceu, depois dos sessenta, ainda trabalhei mais cinco anos como Professor Universitário, carreira a que me dediquei por quarenta e cinco longos anos. Assim, eu me aposentei, definitivamente, com sessenta e cinco anos e resolvi que não trabalharia mais, pois achei que minha missão escolar já estava concluída, a partir de então, seria só esperar uma oportunidade diferente ou a vontade de Deus. Inesperadamente, a oportunidade diferente chegou e, Caramba! Como eu estava pensando errado! Nunca vivi tanto como depois dos sessenta e cinco anos de idade. Aliás, vou ampliar o texto, mas tenho que contar isso para vocês.

Aos 66, passei 40 dias na Europa, onde meu filho estava morando. Apesar do frio e da neve, conheci lugares maravilhosos. Aos 67, mais 30 dias na Europa para conhecer meu primeiro neto, que acabara de nascer e quase que meu time do coração foi campeão brasileiro. Aos 68 anos, vi nascer a minha neta e, depois de 29 anos, pude ver meu time do coração ser campeão do Brasil pela terceira vez (Tricampeão Nacional) e se isso fosse pouco, de quebra e de maneira frenética, também foi o Campeão da América, jogando lá no Sul da nossa América do Sul, com o estádio cheio de gente, bem mais da metade torcendo para a gente.

Ainda aos 68, fui convidado pelo Prefeito Eleito de Caçapava e seu Secretário de Planejamento Urbano e Meio Ambiente para colaborar na administração da cidade e obviamente, aceitei com todo orgulho e respeito. Deste modo, desde então, estou trabalhando na Prefeitura da cidade, em que moro e que adoro, com toda minha vontade interior. Dentro daquilo que acredito e que posso fazer, estou empregando toda minha vontade e minha capacidade intelectual para termos uma Caçapava melhor e com mais qualidade de vida.

Caçapava é um capítulo à parte na minha vida. Tenho muito a agradecer a Caçapava, que me deu tudo que tenho, a começar pela minha família. Caçapava é a cidade que tenho dentro do meu peito, que eu escolhi para viver e onde pretendo morrer, mas mesmo que eu morra longe, quero ser enterrado aqui. Caçapava para mim é uma cidade mágica, que conheci por acaso e que me deu uma família linda, me elegeu duas vezes como Vereador e Presidente da sua Câmara Municipal e que me adotou como seu filho natural, através da outorga do Título de Cidadão Caçapavense.

Mas, continuando o que estava dizendo. Eu, sem nenhuma experiência na minha nova função administrativa, porém, como Eterno Aprendiz, entreguei minha inteligência e minha sensibilidade, meu cérebro e meu coração e, cheguei aos 69 anos, já trabalhando feliz, fazendo algo de bom pela comunidade e algo que, de certo modo, eu sempre quis. Hoje, do alto dos meus 69/70 anos, estou trabalhando com jovens lideres, curiosamente a maioria deles, inclusive meus chefes, são meus ex-alunos, e eu, modestamente, ainda, indiretamente, colaborando nas suas respectivas formações, em certo sentido, me sinto como eterno Professor e Criador de muitas dessas queridas criaturas.

Vou discutindo e me envolvendo sobre a cidade a região na área do Meio Ambiente, ramo do conhecimento em que sou um dos pioneiros regionais, trabalhando há mais de 50 anos, ensinando e aprendendo, enfim estou vivendo e convivendo com muita gente. Aqui na Prefeitura de Caçapava, como Professor que sempre fui, estou atuando no Monitoramento, na Gestão e na Educação Ambiental, procurando manter o equilíbrio do ambiente construído e proteger o ambiente natural, além de estar observando e cuidando da vida de toda gente, em particular dos mais jovens, dos que ainda virão e todas as demais formas vivas locais presentes e futuras.

Olhem que legal, depois de 50 longos anos, trabalhando com Educação, Pesquisa e Ensino, principalmente na área ambiental, agora tenho o Meio Ambiente como meu trabalho principal para acrescentar ao meu Curriculum vitae, mas, principalmente, para colocar no meu memorial. Como cidadão atuante da área ambiental, estou podendo demonstrar toda minha experiência nesta seara profissional. Meus amigos, tudo isso nesses “30 anos” de vida que estou concluindo com certeza. Vejam só, se isso não é uma coisa fantástica, uma beleza!

Quando fiz sessenta anos, os meus leitores costumeiros e mesmo os ocasionais que leram o meu famoso artigo:”60 anos e agora?”, certamente um dos meus textos mais lidos, com mais de 50 mil leituras, devem lembrar que, naquele texto, eu disse o seguinte, com toda minha sinceridade e lisura: “cheguei até aqui, que eu não esperava e assim, o que vier é lucro”. Pois então, agora a coisa ficou mais complicada e difícil para a morte, porque, por alguns motivos, agora estou pensando diferente e tenho em mente outro norte. Quero mais um pouco de vida e assim preciso de muito mais ocupação, saúde e sorte.

Agora, eu tenho dois netinhos: um neto que completa 3 anos, em abril e uma netinha que completou 2 anos, agora em fevereiro, que são os meus diletos e que vão tornando os meus sonhos mais concretos. E neste ano, chega mais uma netinha, provavelmente no início de junho, que vai enriquecer ainda mais o meu ego de avô e quem sabe levá-lo a condição de superego. Por outro lado, agora, como eu já disse, também voltei a trabalhar e tenho aprendido e gostado muito do que estou fazendo no Departamento de Meio Ambiente da Prefeitura de Caçapava e preciso concluir o ciclo desta minha atividade laboral.

O mais legal e interessante é que agora o meu compromisso é comigo mesmo e com as coisas que gosto, minha família, meus amigos, meus escritos e meu trabalho pelo planeta e pela vida. Ou seja, agora é por amor, por puro prazer e não por obrigação, pois hoje trabalho por opção e não por imposição, faço porque quero e não porque tenho necessidade. Meus filhos estão criados e não dependem em nada de mim. Enfim, agora estou começando a gostar mais efetivamente de viver e assim, acho que ainda não está na hora de chegar o meu crepúsculo final. Minha história precisa continuar, porque “ainda tenho muita lenha para queimar” e hoje tenho muitos motivos verdadeiros, para querer ficar mais tempo por aqui, muito além deste mês de fevereiro.

Pois então, agora eu penso que a morte, também tem que arrumar outro norte pois, no meu caso, ela vai precisar esperar um pouco, até porque eu, realmente, não tenho mais nenhuma pressa de morrer. Afinal, eu estou apenas com “trinta anos” de idade e ainda tenho vida em qualidade. Isto é, eu estou apenas começando a vida de verdade e apesar do que diz o ditado: “não confie em ninguém com mais de trinta anos”, eu ainda mereço confiança por inteiro, porque só estou completando os “trinta” agora e, os que me conhecem, sabem bem que eu mereço a confiança de todos. Fevereiro é um mês curto e vai acabar nesta última semana o nosso mês carnavalesco, mas eu quero vida e curto ainda viver alguns anos de modo dantesco.

Quer dizer, eu preciso viver um pouco mais e de maneira mais contundente, pois preciso contar a minha história para muita gente, mormente para que meus netos, que necessitam me conhecer melhor, para que eu possa trabalhar e ensinar mais e sobretudo, para que eu possa compreender da vida o seu valor maior, que é viver por puro prazer, mas sem hedonismo e sim por amor e humanismo, sempre querendo aprender. Caramba! Sendo muito sincero, devo dizer o seguinte: como é bom ter o poder de fazer apenas o que eu gosto e quero.

Necessito curtir mais esse momento, por isso rogo a Deus que faça com que “aquela Senhora sombria” possa esperar um pouco mais e me deixe saborear a vida, como nunca pude fazer, com toda tranquilidade e paz. Bem, se assim não acontecer, porque, se por algum motivo não for possível, que eu, pelo menos, possa ter certeza de que fiz a minha parte e, como Eterno Aprendiz, vou ter que aprender também a morrer e dizer amém, esperando encontrar uma turma boa, como a que tenho aqui, lá do outro lado, no além.

A única coisa que posso dizer, por enquanto, é que, com todos os problemas vividos, certamente, ainda está valendo a pena permanecer vivo. Diz o ditado que: “no fim, tudo dá certo”, mas eu espero que esse ditado esteja errado e que “no início, tudo comece certo e siga certo até o final”, porque, afinal de contas tenho apenas “30 anos”. Estou em tenra idade e tenho muita vida pela frente, para dividir, lado a lado, com a felicidade.

Meus amigos, por favor, vivam comigo a próxima década, porque eu, certamente, quero passar vivo por ela. Ou seja, se Deus permitir, passarei os próximos 10 anos aprendendo mais com a vida e ensinando aos meus netos, os valores que meus saudosos pais, Seu Ormil e Dona Lindalva, me passaram, além, é claro, da cultura e do conhecimento que acumulei. Talvez, meus filhos não tenham conhecido bem o pai deles, até porque, infelizmente, quase não houve tempo para isso. Eles tinham que estudar e aprender e eu tinha que trabalhar e aprender, para ajudá-los a sobreviver. Com certeza, meus netos têm que conhecer o avô deles, assim como eu conheci o meu. Eu vou trabalhar bastante para que isso aconteça.

Agora vai ser diferente, pois eu tenho e terei todo o tempo do mundo para ensinar, aos meus netos, tudo aquilo que não tive tempo e nem condições de ensinar aos meus filhos. Por isso agora, eu, ao contrário do que disse aos “20 anos”, que completei há 10 anos atrás, necessito viver mais 10 anos e chegar aos oitenta e, quem sabe, terei cumprido todas as minhas metas e obrigações como Ser Humano, como Filho, como Pai, como Amigo, como Cidadão Brasileiro e Carioca, como Botafoguense, como Mangueirense, como Ambientalista, como Biólogo, como Zoólogo, como Professor, como Pesquisador, como Escritor, como Poeta, como Livre Pensador,  como Marido Apaixonado pela Mulher e pela Família, como membro do Instituto de Estudos Valeparaibanos, como Voluntário, como Rotariano, como Ex-Vereador e Presidente da Câmara Municipal de Caçapava,  como Cidadão Caçapavense, como autor de mais de 15 livros e mais de 1200 artigos, como Imortal de 3 Academias de Letras (ACL, ALL e ABLA),  como Avô, como Funcionário Público Municipal e sobretudo, como Eterno Aprendiz de Feiticeiro, querendo fazer a mágica de mudar  o curso da história futura do mundo, esticando a vida e lutando para acabar com todos os problemas do planeta Terra  e com todos os males que afligem a Humanidade.

Se Deus puder me atender, quero ver minha mulher envelhecer lentamente, meus netos crescerem rapidamente e o Botafogo novamente campeão do Brasil e da América e, se possível, campeão do Mundo, de maneira sóbria e convincente. Meus amigos, se essas coisas acontecerem como imagino, sei que vai ser sensacional e, deste modo, eu poderei morrer no Carnaval com a Mangueira fazendo sua festa genial e tradicional, com meus eternos alunos e meus diletos parentes e amigos sambando e cantando em harmonia total no meu réquiem final.

Ah! Como é bom sonhar, porque além de não custar nada, imaginem se der certo? Sonhar, sobretudo, aguça a mente à busca de momentos melhores. Sonhar, inspira a mente (cabeça) e rejuvenesce a massa corpórea (corpo). Meus amigos, façam o bem e sonhem, que vocês, certamente, viverão mais e se, até, não viverem mais, pelo menos, serão muito mais felizes e terão a impressão de que estão vivendo mais do que, de fato, deveriam viver. Por fim, assim, vocês entenderão que no fim das contas, o tempo é o que menos importa na viagem, mas a viagem deve ser aproveitada e curtida integralmente, independentemente do tempo cronológico e das intempéries que ele possa trazer.

Sejam felizes e muito obrigado a todos que, de alguma maneira, têm me auxiliado, direta ou indiretamente, a construir essa história fantástica e mágica que é viver. E vamos continuar seguindo em frente.

Luiz Eduardo Corrêa Lima (69/70) é Biólogo (Zoólogo), Professor, Pesquisador, Escritor, Revisor e Ambientalista.

4 comentário(s)

  1. Caro professor Eduardo, obrigado por mais um belo texto sobre a vida.
    Oxalá que daqui a dez anos tenhamos um sobre suas “40” primaveras.
    Parabéns de seu eterno aluno:

    Wilson Lara Jr

    Obs.: Botafoguenses e Palmeirenses são eternos sonhadores. Ainda bem.

    Responder
    1. Pois é, meu amigo. Muito obrigado.

      Responder
  2. Professor Luiz Eduardo, que você não só continue sonhando, mas realizando… tudo tem seu tempo. Aproveite cada minuto em família e curta muito seus netinhos. Que Deus abençoe sempre sua caminhada. Abraço carinhoso e Feliz 70 anos!

    Responder
    1. Muito obrigado Gabriela. Um abração.

      Responder

Write a Comment